| Publicações | Artigos Científicos | Anais em Eventos | Todos os tipos |
Ano de publicação: | | | |
|
|
2005
Bothrops jararacussu (jararacussu) - 1Z76_A
Chain A, Crystal Structure Of An Acidic Phospholipase A2 (Btha-I) From Bothrops Jararacussu Venom Complexed With P- Bromophenacyl Bromide.
Bothrops jararacussu
gi|93278528|pdb|1Z76|A Chain A, Crystal Structure Of An Acidic Phospholipase A2 (Btha-I) From Bothrops Jararacussu Venom Complexed With P- Bromophenacyl Bromide
Bothrops jararacussu (jararacussu) - 1Z76_B
Chain B, Crystal Structure Of An Acidic Phospholipase A2 (Btha-I) From Bothrops Jararacussu Venom Complexed With P- Bromophenacyl Bromide
Bothrops jararacussu
gi|93278529|pdb|1Z76|B Chain B, Crystal Structure Of An Acidic Phospholipase A2 (Btha-I) From Bothrops Jararacussu Venom Complexed With P- Bromophenacyl Bromide
Myotoxin II from Bothrops moojeni complexed with stearic acid
Phospholipase A2
Bothrops moojeni
Watanabe L, Soares AM, Ward RJ, Fontes MRM, Arni RK
Biochimie 87 (2005) 161–167
An extensive structural–functional comparison of bothropic Lys49-PLA2s, which includes the MjTX-II and MjTXII/ stearic acid complex structures, has been recently done. This study showed MjTX-II is 10–15% more toxic than the isoform MjTX-I, and this difference might be explained by the higher basicity of its C-terminal region.
Inibição da atividade nucleotídica de venenos de serpentes por extratos de plantas
Sant`Ana, CD(1,3); Curtarelli, MB(1); Pereira, ALA(1); Ticli, FK(3); Mazzi, MV(3); Marcussi, S(1,2); Magalhães, MR(4); Giglio, JR(2); Sampaio, SV(3); Pereira, PS(1); Marins, MA(1); Soares, AM(3)
Inibição da atividade nucleotídica de venenos de serpentes por extratos de plantas
Venenos de serpentes são compostos principalmente por enzimas das classes PLA2s, proteases, LAAOs, entre outras. Essas proteínas têm sido intensamente estudadas e utilizadas como ferramentas em laboratórios para fins diagnósticos, sendo até mesmo empregadas para o entendimento de patologias e com aplicação na clínica médica. Neste trabalho foi avaliada a inibição da atividade nucleotídica de venenos de serpentes dos gêneros Bothrops e Crotalus, por extratos aquosos de diferentes plantas (Pentacletra macroloba, Mikania glomerata, Casearia sylvestris e Mandevilla velutina). As partes das plantas utilizadas para a elaboração dos extratos foram escolhidas baseando-se em conhecimentos populares de seu uso anti-ofídico, sendo utilizados o caule de P. macroloba, as raízes de M. glomerata, folhas de C. sylvestris e xilopódio de M. velutina. As amostras de venenos e extratos foram previamente incubadas em volume final de 5µL durante 60min a 37ºC (n=3) e posteriormente avaliadas através da técnica de enzimodifusão, sendo utilizado um gel composto por agarose 2%, tampão Tris-HCl 0,05M com MgSO4 0,01M pH 7.4 acrescido de DNA de esperma de salmão como substrato e brometo de etídio para possibilitar a visualização da atividade em UV. Os extratos de P. macroloba e M. glomerata foram eficientes em inibir 100% da atividade nucleotídica induzida pelos venenos de Bothrops jararacussu (50µg), B. neuwiedi (50 e 100µg), C. d. terríficus (50 e 100µg) e C. d. collineatus (50µg), nas proporções de 1:15 e 1:30 (m/m). Os extratos de C. sylvestris e M. velutina inibiram 100% da atividade nucleotídica do veneno de B. jararacussu apenas nas primeiras 6 horas, mostrando o mesmo efeito para C. d. collineatus em 24 horas de experimento, na proporção de 1:12 (m/m). Os resultados apresentados geram dados para a identificação de novos inibidores naturais dos efeitos tóxicos do envenenamento ofídico, além de servirem como uma ferramenta na compreensão do mecanismo de ação das nucleotidases presentes em venenos de serpentes.
SBBq 2005
Isolamento e caracterização bioquímica de proteases do veneno de Bothrops neuwiedi pauloensis
Sant`Ana, CD(1,2); Monteiro, LF(1); Marcussi, S(1), (3); (1)Silveira, LB(1), Cambraia, RS(1); Sampaio, SV(2); Giglio, JR(2); Soares, AM(1,2)
Isolamento e caracterização bioquímica de proteases do veneno de Bothrops neuwiedi pauloensis
Os venenos de serpentes apresentam entre 90 a 95% de seu peso seco constituído de proteínas. Estas proteínas podem apresentar atividade enzimática que determina a toxicidade do veneno. Os efeitos são representados principalmente por: miotoxicidade, hemorragia, coagulação sanguínea, neurotoxicidade, edema, entre outros. Este trabalho tem por objetivo isolar e caracterizar bioquímica e farmacologicamente três proteínas do veneno de Bothrops neuwiedi pauloensis. As proteínas foram obtidas por dois passos cromatográficos, uma exclusão molecular em G-75 eluída em tampão AMBIC 0,05M pH 8.1 e uma afinidade em Benzamidina Sepharose eluída em Tris-HCl 0,05M pH 7.4, Tris-HCl 0,05M pH 7.4 + NaCl 0,5M e glicina 0,02M pH 3.2. Foram determinados, a massa molecular relativa e o grau de pureza das proteínas por SDS-PAGE. A atividade proteolítica das isoformas isoladas foi realizada sobre os substratos, caseína, fibrinogênio (com diferentes variantes), BAPNA, além de verificar sua atividade esterásica sobre o TAME e a atividade fosfolipásica sobre lecitina de gema de ovo. A indução de edema e hemorragia foram avaliadas em camundongos por injeções sub-plantar e intra-dérmica no dorso, respectivamente. As proteínas foram obtidas em quantidade suficiente para a realização dos ensaios e em alto grau de pureza, com a metodologia utilizada, mostrando uma Mr próxima a 26.000. A atividade proteolítica foi observada para as três proteínas, somente sobre o fibrinogênio, apresentando baixa atividade esterásica e nenhuma atividade fosfolipásica. As proteínas não induziram hemorragia na concentração de 100µg por animal, e apenas duas das isoformas induziram uma moderada atividade edematogênica em concentração de 50µg. Os resultados sugerem que se tratam de três isoformas de proteínas da classe das metaloproteases, que são abundantes em venenos de serpentes. Os aspectos abordados neste trabalho poderão trazer informações complementares sobre mecanismos de ação, podendo resultar no melhor entendimento dos efeitos induzidos por estas proteínas durante o envenenamento causado por esta espécie de serpente.
SBBq 2005
Categorias: 2005 | Anais | Bothrops pauloensis | Coagulante | Edema | Hemorrágica | Miotóxica | Neurotóxica | Outras | Português
Metaloprotease não hemorrágica isolada do veneno de Bothrops jararacussu
Marcussi, S(1,2); Sant`Ana, CD(3); Mazzi, MV(3); Silveira, LB(1); Cambraia, RS(1); Stabeli, R, G(4); Giglio, JR(2); Soares, AM(1,3)
Metaloprotease não hemorrágica isolada do veneno de Bothrops jararacussu
As metaloproteases de venenos de serpentes compreendem um grupo de enzimas que são responsáveis pelo efeito hemorrágico induzido pelas serpentes Viperidae. Este trabalho objetivou a caracterização bioquímica e farmacológica de uma metaloprotease (Bjussu-MP-II) do veneno de Bothrops jararacussu. A protease foi isolada por cromatografia de troca iônica em CM-Sepharose seguida por cromatografia hidrofóbica em Phenyl Sepharose, sendo verificado seu grau de pureza e peso molecular por SDS-PAGE, e utilizada para caracterização bioquímica. A atividade enzimática foi avaliada sobre caseína, gelatina, fibrina e fibrinogênio, com variações de concentrações, pHs, temperaturas e tempo de incubação para os ensaios com fibrinogênio, sendo também testado o efeito do EDTA, da heparina e de diferentes íons sobre esta atividade. A proteína não apresentou atividade coagulante e anticoagulante, além de não mostrar-se miotóxica com dose de 100µg por via intramuscular, nem letal com dose de 300µg por via intra-peritoneal. A metaloprotease mostrou-se proteolítica, dose dependente, sobre a caseína e o fibrinogênio, permanecendo estável em diferentes pHs e temperaturas, na presença de diferentes íons e com variações no tempo de incubação, perdendo, porém a atividade fibrinogenolítica quando previamente incubada com EDTA ou heparina. A protease não induziu hemorragia em camundongos (150µg) nem se mostrou ativa sobre o BAPNA e o TAME (estando ausente a atividade esterásica). Os aspectos abordados neste trabalho poderão trazer informações complementares sobre mecanismos de ação, relacionando estrutura e função, podendo resultar no melhor entendimento dos efeitos induzidos pelas metaloproteases de venenos de serpentes e da participação, direta ou sinérgica, destas proteínas nos envenenamentos causados pela serpente Bothrops jararacussu.
SBBq 2005
Categorias: 2005 | Anais | Bothrops jararacussu | Coagulante | Hemorrágica | Metaloproteases | Português | Proteolítica
Nucleotidic Activity on DNA induced by Crotalus snake Venom: Isolation and Biochemical Characterization of a Nucleotidase from C
(1,3)Sant`Ana, CD; 1Oliveira, DG; (1,2)Marcussi, S; (3)Ticli, FK; (3)Mazzi, MV; (3)DaSilva, JO; (4)Magalhães, MR; (1)Marins, M; (3)Sampaio, SV and (1)Soares, AM
Nucleotidic Activity on DNA induced by Crotalus snake Venom: Isolation and Biochemical Characterization of a Nucleotidase from C. durissus terrificus Venom.
Snake venoms are complex mixtures of proteins which include several enzymes displaying a large action range. Active nucleases, including phosphodiesterases, which hydrolyze DNA and/or RNA, have already been reported in venoms of snakes from several world regions. This work reported a screening of nucleotidic activity of different Crotalus species and the isolation of a nuclease from C. durissus terrificus. Venoms from C. atrox, C. durissus cunamensis, C. d. terrificus, C. d. collineatus and C. d. cascavella were assayed for nuclease activity in agarose gel plates containing 2.0mg DNA from sperm salmon, with different concentrations of venom (25-100µg). After incubation at 37°C, the plates were photographed under a UV light at different time intervals and the nucleotidic activity was expressed in cm of the resulting halos. Activity was also assayed by electrophoresis on agarose gel containing 400ng of DNA from E. coli and 1.0µg of each venom. Isolation of a nuclease from C. d. terrificus from venom was accomplished through an affinity chromatographic column, eluted with water followed by a salt concentration gradient (0 to 1M) in 0,01M Tris-HCl +0.001M EDTA, pH 7,4. The protein was assayed for purity by 12% SDS-PAGE and stained with Coomassie Brilliant Blue and Ag+. The nucleotidic activity was assayed by PAGE and radial diffusion in agarose gel. Venoms from species C. d. collineatus, C. d. cumanensis, C. d. terrificus, C. d. cascavella and C. atrox showed 0.8; 0.6; 0.8; 1.1; 0.65, respectively of nucleotidic activity. The highly purified enzyme, which was isolated in a single step, showed a single polypeptide chain and extremely active even at very low concentrations (0.5µg), snake venoms are promising sources of nucleotidic enzymes for biotechnological applications.
SBTX 2004
Categorias: 2005 | Anais | Crotalus durissus cascavella | Crotalus durissus collilineatus | Crotalus durissus terrificus | Gênero Crotalus | Inglês | Outras | Outras
Bothrops asper - 1ND1
Metalloproteinase
L.Watanabe, J.D.Shannon, R.H.Valente, A.Rucavado, A.Alape-Giron, A.S.Kamiguti, R.D.Theakston, J.W.Fox, J.M.Gutierrez, 6-Dec-02
MMDB: 24962 PDB: 1ND1
Bothrops pirajai - 1QLL
Phospholipase A2
Bothrops pirajai
W.-H.Lee & I.Polikarpov, 1-Sep-99
MMDB: 14461
Bothrops jararacussu - 1UMV
Phospholipase A2
Bothrops jararacussu
M.T.Murakami, L.Watanabe, A.C.O.Cintra & R.K.Arni, 28-Aug-03
MMDB: 24901
|
|

