| Publicações | Artigos Científicos | Anais em Eventos | Todos os tipos |
Ano de publicação: | | | |
|
|
Português
Estudo Funcional comparativo entre as Fosfolipases A2 ácida e básicas isoladas do veneno de Bothrops jararacussu
Marcussi, S; Urzeda, MA; Mazzi, MV; Amui, SF; Fernandes, VC; Cambraia, RS; Silveira, LB; França, SC; Soares, AM.
Depto. Análises Clínicas, Toxicológicas e Bromatológicas-FCFRP-USP, Ribeirão Preto-SP.
Atividade Fosfolipásica, atividades miotóxica, edematogênica, citotóxica sobre células endoteliais, tumorais, hipotensora, efeitos sobre a agregação plaquetária e ruptura de lipossomos.
Eventos (Congressos, Simpósios, etc)
CONIC 2003
Categorias: 2003 | Agregação plaquetária | Bothrops jararacussu | Citotóxica | Dados Laboratoriais | Edema | Fosfolipases A2 | Fosfolipásica | Gráficos | Hemolítica | Hemorrágica | Português
Atividades Bactericida e Neurotóxica de duas Fosfolipases A2 Miotóxicas isoladas do veneno de Bothrops neuwiedi pauloensis
(1) Cambraia, R.S.; (2) Rodrigues, V.M.; (1) Malta-Neto., N.R.; (1,3) Marcussi, S.; (4) Sant´ana, C.D.; (1) Araújo, A.L.; (1) Silveira, L.B.; (2) Ferro, E.A.V.; (3) Giglio, J.R.; (2) Homsi-Brandebur
(1) Instituto de Genética e Bioquímica e Instituto de Ciências Biomédicas, UFU, Uberlândia-MG; (2) Unidade de Biotecnologia, UNAERP, (3) Depto Bioquímica e Imunologia, FMRP-USP e (4) Depto. Aná
Atividades Bactericida e Neurotóxica, Atividade fosfolipásica, Atividade anticoagulante, Indução de Edema
Eventos (Congressos, Simpósios, etc)
CONIC 2004
Categorias: 2004 | Bothrops neuwiedi | Coagulante | Dados Laboratoriais | Edema | Fosfolipases A2 | Fosfolipásica | Gênero Bothrops | Gráficos | Imagem | Neurotóxica | Português
Atividades Biológicas induzidas pela MjTX-II isolada do veneno de Bothrops moojeni
Stabeli RG, Amui SF, Sant'Ana CD, Pires MG, Nomizo A, Monteiro MC, Romao PR, Guerra-Sa R, Vieira CA, Giglio JR, Fontes MR, Soares AM.
Depto. Análises Clínicas, Toxicológicas e Bromatológicas-FCFRP-USP, Ribeirão Preto-SP.
Atividade Miotóxica, indução de edema, citotoxicidade, neurotoxicidade
Artigos Científicos (Periódicos)
Comp Biochem Physiol C Toxicol Pharmacol. 2006 Mar-Apr;142(3-4):371-81. Epub 2006 Jan 24
Categorias: 2006 | Antiparasitária | Antitumoral | Bactericida | Bothrops moojeni | Citotóxica | Dados Laboratoriais | Edema | Família Viperidae | Fosfolipases A2 | Fungicida | Gênero Bothrops | Gráficos | Miotóxica | Neurotóxica | Português | Publicações | Serpentes Brasileiras
Inibição da atividade nucleotídica de venenos de serpentes por extratos de plantas
Sant`Ana, CD(1,3); Curtarelli, MB(1); Pereira, ALA(1); Ticli, FK(3); Mazzi, MV(3); Marcussi, S(1,2); Magalhães, MR(4); Giglio, JR(2); Sampaio, SV(3); Pereira, PS(1); Marins, MA(1); Soares, AM(3)
Inibição da atividade nucleotídica de venenos de serpentes por extratos de plantas
Venenos de serpentes são compostos principalmente por enzimas das classes PLA2s, proteases, LAAOs, entre outras. Essas proteínas têm sido intensamente estudadas e utilizadas como ferramentas em laboratórios para fins diagnósticos, sendo até mesmo empregadas para o entendimento de patologias e com aplicação na clínica médica. Neste trabalho foi avaliada a inibição da atividade nucleotídica de venenos de serpentes dos gêneros Bothrops e Crotalus, por extratos aquosos de diferentes plantas (Pentacletra macroloba, Mikania glomerata, Casearia sylvestris e Mandevilla velutina). As partes das plantas utilizadas para a elaboração dos extratos foram escolhidas baseando-se em conhecimentos populares de seu uso anti-ofídico, sendo utilizados o caule de P. macroloba, as raízes de M. glomerata, folhas de C. sylvestris e xilopódio de M. velutina. As amostras de venenos e extratos foram previamente incubadas em volume final de 5µL durante 60min a 37ºC (n=3) e posteriormente avaliadas através da técnica de enzimodifusão, sendo utilizado um gel composto por agarose 2%, tampão Tris-HCl 0,05M com MgSO4 0,01M pH 7.4 acrescido de DNA de esperma de salmão como substrato e brometo de etídio para possibilitar a visualização da atividade em UV. Os extratos de P. macroloba e M. glomerata foram eficientes em inibir 100% da atividade nucleotídica induzida pelos venenos de Bothrops jararacussu (50µg), B. neuwiedi (50 e 100µg), C. d. terríficus (50 e 100µg) e C. d. collineatus (50µg), nas proporções de 1:15 e 1:30 (m/m). Os extratos de C. sylvestris e M. velutina inibiram 100% da atividade nucleotídica do veneno de B. jararacussu apenas nas primeiras 6 horas, mostrando o mesmo efeito para C. d. collineatus em 24 horas de experimento, na proporção de 1:12 (m/m). Os resultados apresentados geram dados para a identificação de novos inibidores naturais dos efeitos tóxicos do envenenamento ofídico, além de servirem como uma ferramenta na compreensão do mecanismo de ação das nucleotidases presentes em venenos de serpentes.
SBBq 2005
Isolamento e caracterização bioquímica de proteases do veneno de Bothrops neuwiedi pauloensis
Sant`Ana, CD(1,2); Monteiro, LF(1); Marcussi, S(1), (3); (1)Silveira, LB(1), Cambraia, RS(1); Sampaio, SV(2); Giglio, JR(2); Soares, AM(1,2)
Isolamento e caracterização bioquímica de proteases do veneno de Bothrops neuwiedi pauloensis
Os venenos de serpentes apresentam entre 90 a 95% de seu peso seco constituído de proteínas. Estas proteínas podem apresentar atividade enzimática que determina a toxicidade do veneno. Os efeitos são representados principalmente por: miotoxicidade, hemorragia, coagulação sanguínea, neurotoxicidade, edema, entre outros. Este trabalho tem por objetivo isolar e caracterizar bioquímica e farmacologicamente três proteínas do veneno de Bothrops neuwiedi pauloensis. As proteínas foram obtidas por dois passos cromatográficos, uma exclusão molecular em G-75 eluída em tampão AMBIC 0,05M pH 8.1 e uma afinidade em Benzamidina Sepharose eluída em Tris-HCl 0,05M pH 7.4, Tris-HCl 0,05M pH 7.4 + NaCl 0,5M e glicina 0,02M pH 3.2. Foram determinados, a massa molecular relativa e o grau de pureza das proteínas por SDS-PAGE. A atividade proteolítica das isoformas isoladas foi realizada sobre os substratos, caseína, fibrinogênio (com diferentes variantes), BAPNA, além de verificar sua atividade esterásica sobre o TAME e a atividade fosfolipásica sobre lecitina de gema de ovo. A indução de edema e hemorragia foram avaliadas em camundongos por injeções sub-plantar e intra-dérmica no dorso, respectivamente. As proteínas foram obtidas em quantidade suficiente para a realização dos ensaios e em alto grau de pureza, com a metodologia utilizada, mostrando uma Mr próxima a 26.000. A atividade proteolítica foi observada para as três proteínas, somente sobre o fibrinogênio, apresentando baixa atividade esterásica e nenhuma atividade fosfolipásica. As proteínas não induziram hemorragia na concentração de 100µg por animal, e apenas duas das isoformas induziram uma moderada atividade edematogênica em concentração de 50µg. Os resultados sugerem que se tratam de três isoformas de proteínas da classe das metaloproteases, que são abundantes em venenos de serpentes. Os aspectos abordados neste trabalho poderão trazer informações complementares sobre mecanismos de ação, podendo resultar no melhor entendimento dos efeitos induzidos por estas proteínas durante o envenenamento causado por esta espécie de serpente.
SBBq 2005
Categorias: 2005 | Anais | Bothrops pauloensis | Coagulante | Edema | Hemorrágica | Miotóxica | Neurotóxica | Outras | Português
Metaloprotease não hemorrágica isolada do veneno de Bothrops jararacussu
Marcussi, S(1,2); Sant`Ana, CD(3); Mazzi, MV(3); Silveira, LB(1); Cambraia, RS(1); Stabeli, R, G(4); Giglio, JR(2); Soares, AM(1,3)
Metaloprotease não hemorrágica isolada do veneno de Bothrops jararacussu
As metaloproteases de venenos de serpentes compreendem um grupo de enzimas que são responsáveis pelo efeito hemorrágico induzido pelas serpentes Viperidae. Este trabalho objetivou a caracterização bioquímica e farmacológica de uma metaloprotease (Bjussu-MP-II) do veneno de Bothrops jararacussu. A protease foi isolada por cromatografia de troca iônica em CM-Sepharose seguida por cromatografia hidrofóbica em Phenyl Sepharose, sendo verificado seu grau de pureza e peso molecular por SDS-PAGE, e utilizada para caracterização bioquímica. A atividade enzimática foi avaliada sobre caseína, gelatina, fibrina e fibrinogênio, com variações de concentrações, pHs, temperaturas e tempo de incubação para os ensaios com fibrinogênio, sendo também testado o efeito do EDTA, da heparina e de diferentes íons sobre esta atividade. A proteína não apresentou atividade coagulante e anticoagulante, além de não mostrar-se miotóxica com dose de 100µg por via intramuscular, nem letal com dose de 300µg por via intra-peritoneal. A metaloprotease mostrou-se proteolítica, dose dependente, sobre a caseína e o fibrinogênio, permanecendo estável em diferentes pHs e temperaturas, na presença de diferentes íons e com variações no tempo de incubação, perdendo, porém a atividade fibrinogenolítica quando previamente incubada com EDTA ou heparina. A protease não induziu hemorragia em camundongos (150µg) nem se mostrou ativa sobre o BAPNA e o TAME (estando ausente a atividade esterásica). Os aspectos abordados neste trabalho poderão trazer informações complementares sobre mecanismos de ação, relacionando estrutura e função, podendo resultar no melhor entendimento dos efeitos induzidos pelas metaloproteases de venenos de serpentes e da participação, direta ou sinérgica, destas proteínas nos envenenamentos causados pela serpente Bothrops jararacussu.
SBBq 2005
Categorias: 2005 | Anais | Bothrops jararacussu | Coagulante | Hemorrágica | Metaloproteases | Português | Proteolítica
Isolamento e caracterização bioquímica de uma Metaloprotease não-hemorrágica do veneno da serpente B. jararacussu
Marcussi, S(2); Fernandes, VC(1); Mazzi, MV(3); Cambraia, RS(1); Sant'Ana, CD(3); Silveira, LB(1); França, SC(1); Giglio, JR(2); Soares, AM(1)
Isolamento e caracterização bioquímica de uma Metaloprotease não-hemorrágica do veneno da serpente B. jararacussu
As metaloproteases de venenos de serpentes são responsáveis por diversos efeitos tóxicos e farmacológicos induzidos por diferentes serpentes. Estudos de mecanismo de ação dessas proteínas tem sido intensamente realizados buscando entender sua participação nos envenenamentos ofídicos. Este trabalho tem como objetivo isolar e caracterizar enzimaticamente uma nova metaloprotease do veneno de B. jararacussu, buscando o entendimento de seus mecanismos de ação. A protease de baixo peso molecular denominada BjussuMP-II foi isolada do veneno de B. jararacussu em duas etapas cromatográficas, uma troca iônica em CM-Sepharose pH 8,0, seguida por uma coluna hidrofóbica, Phenyl-Sepharose. BjussuMP-II apresentou uma única cadeia polipeptídica de PM ~ 22.000 em SDS-PAGE. Esta protease não induziu atividade hemorrágica in vivo e/ou coagulante in vitro, no entanto mostrou-se altamente proteolítica sobre o fibrinogênio e a caseína. Realizou-se uma caracterização enzimática da BjussuMP-II variando sua concentração, tempo de incubação, estabilidade em pH e temperatura, e incubação com diferentes íons. Os aspectos abordados neste trabalho poderão trazer informações complementares sobre mecanismos de ação, e o melhor entendimento dos efeitos induzidos pelas metaloproteases de venenos de serpentes e da participação, direta ou sinérgica destas proteínas nos envenenamentos causados pela serpente Bothrops jararacussu.
SBTox 2004
Categorias: 2004 | Anais | Bothrops jararacussu | Coagulante | Hemorrágica | Metaloproteases | Português | Proteolítica
Inibição de PLA2s isoladas de veneno de serpente Bothrops jararacussu, por substâncias naturais e artificiais.
Marcussi, S(1); Mazzi, MV(3); Fernandes, VC(1); Sant'Ana, CD(3); Ticli, FK(3); França, SC(1); Giglio, JR(2); Soares, AM(1)
Inibição de PLA2s isoladas de veneno de serpente Bothrops jararacussu, por substâncias naturais e artificiais.
O grande interesse médico-científico despertado pelo envolvimento destas proteínas em diferentes processos fisiopatológicos levou a uma crescente busca por ligação destas com inibidores, substratos naturais e artificiais, visando sua neutralização. Este trabalho tem por objetivo verificar o efeito inibitório de diferentes substâncias sobre as PLA2s de B. jararacussu. Três PLA2s (BthTX-I, Lys49; BthTX-II, Asp49; e BthA-I-PLA2s, Asp49) foram isoladas do veneno de Bothrops jararacussu e testadas contra diferentes inibidores naturais e artificiais. Estudos de mecanismos de ação foram desenvolvidos através de ensaios com diferentes inibidores sintéticos (EDTA, BPB, manoalide B) e naturais (heparina, BmjMIP, manoalide A). A modificação química induzida pelo BPB resultou em inibição total das atividades, fosfolipásica e anticoagulante, induzidas pelas BthTX-II e BthA-I-PLA2. As atividades de ruptura de lipossomos e edema induzidas pelas Asp49 foram parcialmente inibidas, assim como os efeitos miotóxico, citotóxico e indução de edema causados pela BthTX-I. A interação com BPB também alterou o efeito das Asp49 sobre plaquetas, da BthA-I-PLA2 sobre a pressão arterial e das BthTX-I e II em induzir letalidade. A incubação com EDTA resultou em inibição total da atividade fosfolipásica das Asp49, diminuindo os efeitos de ruptura de lipossomos, miotoxicidade, citotoxicidade e edematogênico da BthTX-II, e de ruptura de lipossomos da BthA-I-PLA2. A heparina, BmjMIP e os Manoalide A e B também inibiram a citotoxicidade, a miotoxicidade, o edema e a ruptura de liposssomos, em diferentes intensidades, agindo particularmente sobre o efeito de cada proteína. As PLA2 de venenos são algumas das substâncias naturais com atividades farmacológicas de interesse médico-científico que têm sido amplamente pesquisadas.
SBTox 2004
Categorias: 2004 | Anais | Bothrops jararacussu | Citotóxica | Coagulante | Edema | Fosfolipases A2 | Fosfolipásica | Inibidores químicos e sintéticos | Miotóxica | Português
Efeito inibitório do extrato aquoso de folhas de Scleria pterota sobre diferentes atividades tóxicas e farmacológicas de vene
Fernandes, VC(1); Marcussi, S(2); Amui, SF(3); França, SC(1); Pereira, AMS(1); Soares, AM(3)
Efeito inibitório do extrato aquoso de folhas de Scleria pterota sobre diferentes atividades tóxicas e farmacológicas de venenos de serpentes
Estudos de mecanismos de ação de proteínas de venenos estão sendo desenvolvidos, através de ensaios com diferentes extratos de plantas e inibidores naturais isolados destas. O extrato e os venenos/ou toxinas foram incubados por 30 min a 37°C em diferentes proporções e posteriormente submetidos aos diferentes ensaios enzimáticos e biológicos. O extrato mostrou-se eficiente em inibir a atividade fosfolipásica dos venenos de Bothrops jararacussu e B. alternatus, não tendo efeito sobre os venenos de B. moojeni, B. neuwiedi e Crotalus durissus terríficus, nas proporções de 1:100 e 1:200. A coagulação induzida pelos venenos foi totalmente inibida na presença do extrato em proporção de 1:10. A hemorragia induzida por B. jararacussu, B. moojeni, B. alternatus e B. neuwiedi foi inibida pelo extrato na proporção de 1:50, mostrando maior inibição para os dois primeiros venenos. A eletroforese demonstrou que o extrato não degrada as proteínas dos venenos de serpentes, sugerindo a possibilidade de interações específicas entre os inibidores vegetais e as toxinas alvo. Assim, extrato de S. pterota inibiu as atividades enzimáticas e tóxicas dos venenos de serpentes interagindo de forma diferente para cada um deles, sem alterar a integridade das proteínas que os compõe. Os aspectos abordados neste trabalho poderão trazer informações complementares sobre mecanismos de ação destes venenos.
SBTX 2004
Categorias: 2004 | Anais | Bothrops alternatus | Bothrops jararacussu | Bothrops moojeni | Bothrops neuwiedi | Crotalus durissus terrificus | Fosfolipases A2 | Hemorrágica | Isolados de plantas | Português
Isolamento e Caracterização Funcional de uma L-Aminoácido Oxidase do veneno de Bothrops moojeni com atividades bactericida
Marcussi, S.*; Stábeli, R.G.**; Monteiro, M.C.***; Romão, P.R.T.***; Oliveira, E.B.**; França, S.C.*; Soares, A. M.*
A L-aminoácido oxidase (LAAO) é uma enzima glicoprotéica que catalisa a deaminação oxidativa de L-aminoácidos, produzindo ?-cetoácidos, peróxido de hidrogênio e amônia. Estas enzimas encontram-se presentes nos venenos de serpentes e participam do envenenamento atuando sobre plaquetas, induzindo citotoxicidade e apoptose celular.
|
|

