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Metaloproteases
Bothrops jararacussu - BjussuMP-I
RGD-P-III class hemorrhagic metalloprotease
Bothrops jararacussu
Maurício V. Mazzi, Angelo J. Magro, Saulo F. Amui, Clayton Z. Oliveira, Fábio K. Ticli, Rodrigo G. Stábeli, André L. Fuly, José C. Rosa, Antônio S.K. Braz, Marcos R.M. Fontes, Suely V. Sampaio, Andreimar M.
Journal of Molecular Graphics and Modelling 12 xxx (2006) xxx–xxx
A theoretical molecular model of this domain was built through folding recognition (threading) techniques and refined by molecular dynamics simulation. Then, the final BjussuMP-I catalytic
domain model was compared to other SVMPs and Reprolysin family proteins in order to identify eventual structural differences, which could help to understand the biochemical activities of these enzymes. The presence of large hydrophobic areas and some conserved surface charge-positive
residues were identified as important features of the SVMPs and other metalloproteases.
Categorias: 2006 | Bothrops jararacussu | Estrutura Terciária | Família Viperidae | Gênero Bothrops | Metaloproteases
Trimeresurus gramineus -P15503
Putative venom metalloproteinase precursor [Contains: Disintegrin trigramin-alpha (Platelet aggregation activation inhibitor)].
Trimeresurus gramineus
>gi|118643|
Trimeresurus flavoviridis - P18619
Zinc metalloproteinase flavoridin precursor [Contains: Disintegrin]
Trimeresurus flavoviridis
>gi|31077169|
Crotalus atrox -P15167
Hemorrhagic metalloproteinase HT-D/HT-C precursor (Atrolysin D/C)
Crotalus atrox
>gi|1708301|
Trimeresurus flavoviridis-P14530
Hemorrhagic metalloproteinase HR2a precursor (Trimerelysin II)
Trimeresurus flavoviridis
>gi|50403719|
Bothrops jararaca-P30431
Venom metalloproteinase jararhagin precursor (HF2-proteinase) [Contains: Disintegrin jararhagin].
Bothrops jararaca
>gi|231997|
Categorias: 2006 | Aminoácidos | Bothrops jararaca | Família Viperidae | Gênero Bothrops | Metaloproteases | Sequências
Trimeresurus jerdonii - P83912
Zinc metalloproteinase jerdonitin precursor [Contains: Disintegrin jerdonitin].
Trimeresurus jerdonii
>gi|48427991|
Agkistrodon contortrix contortrix -Q9IAB0
Zinc metalloproteinase contortrostatin precursor [Contains: Disintegrin contortrostatin].
Agkistrodon contortrix contortrix
>gi|48428162|
Neo-clerodane diterpenoid, a new metalloprotease snake venom inhibitor from Baccharis trimera (Asteraceae): anti-proteolytic and
Januario AH, Santos SL, Marcussi S, Mazzi MV, Pietro RC, Sato DN, Ellena J, Sampaio SV, Franca SC, Soares AM.
Neo-clerodane diterpenoid, a new metalloprotease snake venom inhibitor from Baccharis trimera (Asteraceae): anti-proteolytic and anti-hemorrhagic properties.
Many plants are used in traditional medicine as active agents against various effects induced by snakebite. Few attempts have been made however to identify the nature of plant natural products with anti-ophidian properties. Baccharis trimera (Less) DC (Asteraceae), known in Brazil as carqueja, has been popularly used to treat liver diseases, rheumatism, diabetes, as well as digestive, hepatic and renal disorders. The active component was identified as 7alpha-hydroxy-3,13-clerodadiene-16,15:18,19-diolide, C20H28O5, (clerodane diterpenoid, Bt-CD). We report now the anti-proteolytic and anti-hemorrhagic properties against snake venoms of a Bt-CD inhibitor from B. trimera. Bt-CD exhibited full inhibition of hemorrhage and proteolytic activity caused by Bothrops snake venoms. The inhibitor was able to neutralize the hemorrhagic, fibrinogenolytic and caseinolytic activities of class P-I and III metalloproteases isolated from B. neuwiedi and B. jararacussu venoms. No inhibition of the coagulant activity was observed. Bt-CD also partially inhibited the edema induced by other crude venoms, metalloproteases, basic and acidic phospholipases A2. To further elucidate the inhibitory specificity of Bt-CD against metalloproteases isolated from snake venoms, a deeper understanding of its structure and function is necessary. Furthermore, the potential use of these inhibitors to complement anti-venom as an alternative treatment of snakebite envenomations needs to be evaluated in future studies.
Chem Biol Interact. 2004;150(3):243-51.
Categorias: 2004 | Artigos Científicos | Bothrops jararacussu | Bothrops neuwiedi | Hemorrágica | Inglês | Isolados de plantas | Metaloproteases | Proteolítica
Inibição da atividade nucleotídica de venenos de serpentes por extratos de plantas
Sant`Ana, CD(1,3); Curtarelli, MB(1); Pereira, ALA(1); Ticli, FK(3); Mazzi, MV(3); Marcussi, S(1,2); Magalhães, MR(4); Giglio, JR(2); Sampaio, SV(3); Pereira, PS(1); Marins, MA(1); Soares, AM(3)
Inibição da atividade nucleotídica de venenos de serpentes por extratos de plantas
Venenos de serpentes são compostos principalmente por enzimas das classes PLA2s, proteases, LAAOs, entre outras. Essas proteínas têm sido intensamente estudadas e utilizadas como ferramentas em laboratórios para fins diagnósticos, sendo até mesmo empregadas para o entendimento de patologias e com aplicação na clínica médica. Neste trabalho foi avaliada a inibição da atividade nucleotídica de venenos de serpentes dos gêneros Bothrops e Crotalus, por extratos aquosos de diferentes plantas (Pentacletra macroloba, Mikania glomerata, Casearia sylvestris e Mandevilla velutina). As partes das plantas utilizadas para a elaboração dos extratos foram escolhidas baseando-se em conhecimentos populares de seu uso anti-ofídico, sendo utilizados o caule de P. macroloba, as raízes de M. glomerata, folhas de C. sylvestris e xilopódio de M. velutina. As amostras de venenos e extratos foram previamente incubadas em volume final de 5µL durante 60min a 37ºC (n=3) e posteriormente avaliadas através da técnica de enzimodifusão, sendo utilizado um gel composto por agarose 2%, tampão Tris-HCl 0,05M com MgSO4 0,01M pH 7.4 acrescido de DNA de esperma de salmão como substrato e brometo de etídio para possibilitar a visualização da atividade em UV. Os extratos de P. macroloba e M. glomerata foram eficientes em inibir 100% da atividade nucleotídica induzida pelos venenos de Bothrops jararacussu (50µg), B. neuwiedi (50 e 100µg), C. d. terríficus (50 e 100µg) e C. d. collineatus (50µg), nas proporções de 1:15 e 1:30 (m/m). Os extratos de C. sylvestris e M. velutina inibiram 100% da atividade nucleotídica do veneno de B. jararacussu apenas nas primeiras 6 horas, mostrando o mesmo efeito para C. d. collineatus em 24 horas de experimento, na proporção de 1:12 (m/m). Os resultados apresentados geram dados para a identificação de novos inibidores naturais dos efeitos tóxicos do envenenamento ofídico, além de servirem como uma ferramenta na compreensão do mecanismo de ação das nucleotidases presentes em venenos de serpentes.
SBBq 2005
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