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Anais


Inibição da atividade nucleotídica de venenos de serpentes por extratos de plantas


Sant`Ana, CD(1,3); Curtarelli, MB(1); Pereira, ALA(1); Ticli, FK(3); Mazzi, MV(3); Marcussi, S(1,2); Magalhães, MR(4); Giglio, JR(2); Sampaio, SV(3); Pereira, PS(1); Marins, MA(1); Soares, AM(3)


Inibição da atividade nucleotídica de venenos de serpentes por extratos de plantas

Venenos de serpentes são compostos principalmente por enzimas das classes PLA2s, proteases, LAAOs, entre outras. Essas proteínas têm sido intensamente estudadas e utilizadas como ferramentas em laboratórios para fins diagnósticos, sendo até mesmo empregadas para o entendimento de patologias e com aplicação na clínica médica. Neste trabalho foi avaliada a inibição da atividade nucleotídica de venenos de serpentes dos gêneros Bothrops e Crotalus, por extratos aquosos de diferentes plantas (Pentacletra macroloba, Mikania glomerata, Casearia sylvestris e Mandevilla velutina). As partes das plantas utilizadas para a elaboração dos extratos foram escolhidas baseando-se em conhecimentos populares de seu uso anti-ofídico, sendo utilizados o caule de P. macroloba, as raízes de M. glomerata, folhas de C. sylvestris e xilopódio de M. velutina. As amostras de venenos e extratos foram previamente incubadas em volume final de 5µL durante 60min a 37ºC (n=3) e posteriormente avaliadas através da técnica de enzimodifusão, sendo utilizado um gel composto por agarose 2%, tampão Tris-HCl 0,05M com MgSO4 0,01M pH 7.4 acrescido de DNA de esperma de salmão como substrato e brometo de etídio para possibilitar a visualização da atividade em UV. Os extratos de P. macroloba e M. glomerata foram eficientes em inibir 100% da atividade nucleotídica induzida pelos venenos de Bothrops jararacussu (50µg), B. neuwiedi (50 e 100µg), C. d. terríficus (50 e 100µg) e C. d. collineatus (50µg), nas proporções de 1:15 e 1:30 (m/m). Os extratos de C. sylvestris e M. velutina inibiram 100% da atividade nucleotídica do veneno de B. jararacussu apenas nas primeiras 6 horas, mostrando o mesmo efeito para C. d. collineatus em 24 horas de experimento, na proporção de 1:12 (m/m). Os resultados apresentados geram dados para a identificação de novos inibidores naturais dos efeitos tóxicos do envenenamento ofídico, além de servirem como uma ferramenta na compreensão do mecanismo de ação das nucleotidases presentes em venenos de serpentes.


SBBq 2005



Isolamento e caracterização bioquímica de proteases do veneno de Bothrops neuwiedi pauloensis


Sant`Ana, CD(1,2); Monteiro, LF(1); Marcussi, S(1), (3); (1)Silveira, LB(1), Cambraia, RS(1); Sampaio, SV(2); Giglio, JR(2); Soares, AM(1,2)


Isolamento e caracterização bioquímica de proteases do veneno de Bothrops neuwiedi pauloensis

Os venenos de serpentes apresentam entre 90 a 95% de seu peso seco constituído de proteínas. Estas proteínas podem apresentar atividade enzimática que determina a toxicidade do veneno. Os efeitos são representados principalmente por: miotoxicidade, hemorragia, coagulação sanguínea, neurotoxicidade, edema, entre outros. Este trabalho tem por objetivo isolar e caracterizar bioquímica e farmacologicamente três proteínas do veneno de Bothrops neuwiedi pauloensis. As proteínas foram obtidas por dois passos cromatográficos, uma exclusão molecular em G-75 eluída em tampão AMBIC 0,05M pH 8.1 e uma afinidade em Benzamidina Sepharose eluída em Tris-HCl 0,05M pH 7.4, Tris-HCl 0,05M pH 7.4 + NaCl 0,5M e glicina 0,02M pH 3.2. Foram determinados, a massa molecular relativa e o grau de pureza das proteínas por SDS-PAGE. A atividade proteolítica das isoformas isoladas foi realizada sobre os substratos, caseína, fibrinogênio (com diferentes variantes), BAPNA, além de verificar sua atividade esterásica sobre o TAME e a atividade fosfolipásica sobre lecitina de gema de ovo. A indução de edema e hemorragia foram avaliadas em camundongos por injeções sub-plantar e intra-dérmica no dorso, respectivamente. As proteínas foram obtidas em quantidade suficiente para a realização dos ensaios e em alto grau de pureza, com a metodologia utilizada, mostrando uma Mr próxima a 26.000. A atividade proteolítica foi observada para as três proteínas, somente sobre o fibrinogênio, apresentando baixa atividade esterásica e nenhuma atividade fosfolipásica. As proteínas não induziram hemorragia na concentração de 100µg por animal, e apenas duas das isoformas induziram uma moderada atividade edematogênica em concentração de 50µg. Os resultados sugerem que se tratam de três isoformas de proteínas da classe das metaloproteases, que são abundantes em venenos de serpentes. Os aspectos abordados neste trabalho poderão trazer informações complementares sobre mecanismos de ação, podendo resultar no melhor entendimento dos efeitos induzidos por estas proteínas durante o envenenamento causado por esta espécie de serpente.


SBBq 2005



Metaloprotease não hemorrágica isolada do veneno de Bothrops jararacussu


Marcussi, S(1,2); Sant`Ana, CD(3); Mazzi, MV(3); Silveira, LB(1); Cambraia, RS(1); Stabeli, R, G(4); Giglio, JR(2); Soares, AM(1,3)


Metaloprotease não hemorrágica isolada do veneno de Bothrops jararacussu

As metaloproteases de venenos de serpentes compreendem um grupo de enzimas que são responsáveis pelo efeito hemorrágico induzido pelas serpentes Viperidae. Este trabalho objetivou a caracterização bioquímica e farmacológica de uma metaloprotease (Bjussu-MP-II) do veneno de Bothrops jararacussu. A protease foi isolada por cromatografia de troca iônica em CM-Sepharose seguida por cromatografia hidrofóbica em Phenyl Sepharose, sendo verificado seu grau de pureza e peso molecular por SDS-PAGE, e utilizada para caracterização bioquímica. A atividade enzimática foi avaliada sobre caseína, gelatina, fibrina e fibrinogênio, com variações de concentrações, pHs, temperaturas e tempo de incubação para os ensaios com fibrinogênio, sendo também testado o efeito do EDTA, da heparina e de diferentes íons sobre esta atividade. A proteína não apresentou atividade coagulante e anticoagulante, além de não mostrar-se miotóxica com dose de 100µg por via intramuscular, nem letal com dose de 300µg por via intra-peritoneal. A metaloprotease mostrou-se proteolítica, dose dependente, sobre a caseína e o fibrinogênio, permanecendo estável em diferentes pHs e temperaturas, na presença de diferentes íons e com variações no tempo de incubação, perdendo, porém a atividade fibrinogenolítica quando previamente incubada com EDTA ou heparina. A protease não induziu hemorragia em camundongos (150µg) nem se mostrou ativa sobre o BAPNA e o TAME (estando ausente a atividade esterásica). Os aspectos abordados neste trabalho poderão trazer informações complementares sobre mecanismos de ação, relacionando estrutura e função, podendo resultar no melhor entendimento dos efeitos induzidos pelas metaloproteases de venenos de serpentes e da participação, direta ou sinérgica, destas proteínas nos envenenamentos causados pela serpente Bothrops jararacussu.


SBBq 2005



Nucleotidic Activity on DNA induced by Crotalus snake Venom: Isolation and Biochemical Characterization of a Nucleotidase from C


(1,3)Sant`Ana, CD; 1Oliveira, DG; (1,2)Marcussi, S; (3)Ticli, FK; (3)Mazzi, MV; (3)DaSilva, JO; (4)Magalhães, MR; (1)Marins, M; (3)Sampaio, SV and (1)Soares, AM


Nucleotidic Activity on DNA induced by Crotalus snake Venom: Isolation and Biochemical Characterization of a Nucleotidase from C. durissus terrificus Venom.

Snake venoms are complex mixtures of proteins which include several enzymes displaying a large action range. Active nucleases, including phosphodiesterases, which hydrolyze DNA and/or RNA, have already been reported in venoms of snakes from several world regions. This work reported a screening of nucleotidic activity of different Crotalus species and the isolation of a nuclease from C. durissus terrificus. Venoms from C. atrox, C. durissus cunamensis, C. d. terrificus, C. d. collineatus and C. d. cascavella were assayed for nuclease activity in agarose gel plates containing 2.0mg DNA from sperm salmon, with different concentrations of venom (25-100µg). After incubation at 37°C, the plates were photographed under a UV light at different time intervals and the nucleotidic activity was expressed in cm of the resulting halos. Activity was also assayed by electrophoresis on agarose gel containing 400ng of DNA from E. coli and 1.0µg of each venom. Isolation of a nuclease from C. d. terrificus from venom was accomplished through an affinity chromatographic column, eluted with water followed by a salt concentration gradient (0 to 1M) in 0,01M Tris-HCl +0.001M EDTA, pH 7,4. The protein was assayed for purity by 12% SDS-PAGE and stained with Coomassie Brilliant Blue and Ag+. The nucleotidic activity was assayed by PAGE and radial diffusion in agarose gel. Venoms from species C. d. collineatus, C. d. cumanensis, C. d. terrificus, C. d. cascavella and C. atrox showed 0.8; 0.6; 0.8; 1.1; 0.65, respectively of nucleotidic activity. The highly purified enzyme, which was isolated in a single step, showed a single polypeptide chain and extremely active even at very low concentrations (0.5µg), snake venoms are promising sources of nucleotidic enzymes for biotechnological applications.


SBTX 2004



Isolamento e caracterização bioquímica de uma Metaloprotease não-hemorrágica do veneno da serpente B. jararacussu


Marcussi, S(2); Fernandes, VC(1); Mazzi, MV(3); Cambraia, RS(1); Sant'Ana, CD(3); Silveira, LB(1); França, SC(1); Giglio, JR(2); Soares, AM(1)


Isolamento e caracterização bioquímica de uma Metaloprotease não-hemorrágica do veneno da serpente B. jararacussu

As metaloproteases de venenos de serpentes são responsáveis por diversos efeitos tóxicos e farmacológicos induzidos por diferentes serpentes. Estudos de mecanismo de ação dessas proteínas tem sido intensamente realizados buscando entender sua participação nos envenenamentos ofídicos. Este trabalho tem como objetivo isolar e caracterizar enzimaticamente uma nova metaloprotease do veneno de B. jararacussu, buscando o entendimento de seus mecanismos de ação. A protease de baixo peso molecular denominada BjussuMP-II foi isolada do veneno de B. jararacussu em duas etapas cromatográficas, uma troca iônica em CM-Sepharose pH 8,0, seguida por uma coluna hidrofóbica, Phenyl-Sepharose. BjussuMP-II apresentou uma única cadeia polipeptídica de PM ~ 22.000 em SDS-PAGE. Esta protease não induziu atividade hemorrágica in vivo e/ou coagulante in vitro, no entanto mostrou-se altamente proteolítica sobre o fibrinogênio e a caseína. Realizou-se uma caracterização enzimática da BjussuMP-II variando sua concentração, tempo de incubação, estabilidade em pH e temperatura, e incubação com diferentes íons. Os aspectos abordados neste trabalho poderão trazer informações complementares sobre mecanismos de ação, e o melhor entendimento dos efeitos induzidos pelas metaloproteases de venenos de serpentes e da participação, direta ou sinérgica destas proteínas nos envenenamentos causados pela serpente Bothrops jararacussu.


SBTox 2004



Inibição de PLA2s isoladas de veneno de serpente Bothrops jararacussu, por substâncias naturais e artificiais.


Marcussi, S(1); Mazzi, MV(3); Fernandes, VC(1); Sant'Ana, CD(3); Ticli, FK(3); França, SC(1); Giglio, JR(2); Soares, AM(1)


Inibição de PLA2s isoladas de veneno de serpente Bothrops jararacussu, por substâncias naturais e artificiais.

O grande interesse médico-científico despertado pelo envolvimento destas proteínas em diferentes processos fisiopatológicos levou a uma crescente busca por ligação destas com inibidores, substratos naturais e artificiais, visando sua neutralização. Este trabalho tem por objetivo verificar o efeito inibitório de diferentes substâncias sobre as PLA2s de B. jararacussu. Três PLA2s (BthTX-I, Lys49; BthTX-II, Asp49; e BthA-I-PLA2s, Asp49) foram isoladas do veneno de Bothrops jararacussu e testadas contra diferentes inibidores naturais e artificiais. Estudos de mecanismos de ação foram desenvolvidos através de ensaios com diferentes inibidores sintéticos (EDTA, BPB, manoalide B) e naturais (heparina, BmjMIP, manoalide A). A modificação química induzida pelo BPB resultou em inibição total das atividades, fosfolipásica e anticoagulante, induzidas pelas BthTX-II e BthA-I-PLA2. As atividades de ruptura de lipossomos e edema induzidas pelas Asp49 foram parcialmente inibidas, assim como os efeitos miotóxico, citotóxico e indução de edema causados pela BthTX-I. A interação com BPB também alterou o efeito das Asp49 sobre plaquetas, da BthA-I-PLA2 sobre a pressão arterial e das BthTX-I e II em induzir letalidade. A incubação com EDTA resultou em inibição total da atividade fosfolipásica das Asp49, diminuindo os efeitos de ruptura de lipossomos, miotoxicidade, citotoxicidade e edematogênico da BthTX-II, e de ruptura de lipossomos da BthA-I-PLA2. A heparina, BmjMIP e os Manoalide A e B também inibiram a citotoxicidade, a miotoxicidade, o edema e a ruptura de liposssomos, em diferentes intensidades, agindo particularmente sobre o efeito de cada proteína. As PLA2 de venenos são algumas das substâncias naturais com atividades farmacológicas de interesse médico-científico que têm sido amplamente pesquisadas.


SBTox 2004



Efeito inibitório do extrato aquoso de folhas de Scleria pterota sobre diferentes atividades tóxicas e farmacológicas de vene


Fernandes, VC(1); Marcussi, S(2); Amui, SF(3); França, SC(1); Pereira, AMS(1); Soares, AM(3)


Efeito inibitório do extrato aquoso de folhas de Scleria pterota sobre diferentes atividades tóxicas e farmacológicas de venenos de serpentes

Estudos de mecanismos de ação de proteínas de venenos estão sendo desenvolvidos, através de ensaios com diferentes extratos de plantas e inibidores naturais isolados destas. O extrato e os venenos/ou toxinas foram incubados por 30 min a 37°C em diferentes proporções e posteriormente submetidos aos diferentes ensaios enzimáticos e biológicos. O extrato mostrou-se eficiente em inibir a atividade fosfolipásica dos venenos de Bothrops jararacussu e B. alternatus, não tendo efeito sobre os venenos de B. moojeni, B. neuwiedi e Crotalus durissus terríficus, nas proporções de 1:100 e 1:200. A coagulação induzida pelos venenos foi totalmente inibida na presença do extrato em proporção de 1:10. A hemorragia induzida por B. jararacussu, B. moojeni, B. alternatus e B. neuwiedi foi inibida pelo extrato na proporção de 1:50, mostrando maior inibição para os dois primeiros venenos. A eletroforese demonstrou que o extrato não degrada as proteínas dos venenos de serpentes, sugerindo a possibilidade de interações específicas entre os inibidores vegetais e as toxinas alvo. Assim, extrato de S. pterota inibiu as atividades enzimáticas e tóxicas dos venenos de serpentes interagindo de forma diferente para cada um deles, sem alterar a integridade das proteínas que os compõe. Os aspectos abordados neste trabalho poderão trazer informações complementares sobre mecanismos de ação destes venenos.


SBTX 2004



Natural And Artificial Inhibitors Of Snake Venom Phospholipases A2


Silveira, LB(1); Marcussi, S(2); Ticli, FK(3); Urzeda, MA(2); Biondo, R(2); França, SC(2); Pereira, PS(2); Soares, AM(2)


Natural And Artificial Inhibitors Of Snake Venom Phospholipases A2

Phospholipases A2 (PLA2) from snake venoms induce different toxic and pharmacological effects including myotoxicity, edema, hypotension, platelet aggregation inhibition, convulsion, anticoagulation and others. Natural PLA2 inhibitors were found in different organisms as plants, marine animals, snake and opossum plasmas. Functional characterization of natural (MMV from Taberna montana extract; manoalid A, from marine animal; heparin, from human blood; BmjMIP, from B. moojeni plasma; CAB from opossum plasma) and synthetic inhibitors (manoalid B, p-bromophenacil bromide BPB, EDTA), upon the enzymatic and pharmacological activity of PLA2 from Bothrops and Crotalus snake venome. PLA2 was assayed in gels, while the myotoxic and edema inducing were evaluated in vivo. PrTX-I and III (from B. pirajai), BthTX-I and II (from B. jararacussu), crotoxin and CB (from C. durissus terrificus), in the presence or absence of different inhibitors, following an incubation of 30 minutes at 37ºC were used. Among the natural inhibitors, the following decreasing range of activity was observed: BmjMIP > manoalid A > CAB > heparin > MMV; for the synthetic ones, the sequence was: BPB > manoalid B > EDTA. Different levels of inhibition among PLA2s from Bothrops and Crotalus venoms were also detected. Natural inhibitors were more efficient than synthetic ones for neutralization of the toxic and enzymatic effects induced by PLA2s. Structural and interaction studies are needed to a better understanding of inhibitory effect in order to design new models of more potent synthetic inhibitors.


SBTox 2003



Isolamento e Caracterização Funcional de uma L-Aminoácido Oxidase do veneno de Bothrops moojeni com atividades bactericida


Marcussi, S.*; Stábeli, R.G.**; Monteiro, M.C.***; Romão, P.R.T.***; Oliveira, E.B.**; França, S.C.*; Soares, A. M.*


A L-aminoácido oxidase (LAAO) é uma enzima glicoprotéica que catalisa a deaminação oxidativa de L-aminoácidos, produzindo ?-cetoácidos, peróxido de hidrogênio e amônia. Estas enzimas encontram-se presentes nos venenos de serpentes e participam do envenenamento atuando sobre plaquetas, induzindo citotoxicidade e apoptose celular.




Inibidores Naturais e artificiais de Fosfolipases A2 de venenos de serpentes


MARCUSSI, S.*; TICLI, F.K.**; SILVEIRA, L.B.*; GONÇALVES, M.A.*; NETO, M.M.*; PEREIRA, P.*; FRANÇA, S.C.*; SOARES, A.M.*


Introdução

As Fosfolipases A2 (PLA2s) de venenos de serpentes induzem diferentes efeitos tóxicos e farmacológicos como miotoxicidade, neurotoxicidade, edema, letalidade, hipotensão, inibição da agregação plaquetária, convulsão, anticoagulação e outros. Inibidores naturais de PLA2s (PLIs) foram encontrados em diferentes organismos como plantas, esponjas marinhas, plasma de serpentes e de gambá.



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