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Coagulante


Atividades Bactericida e Neurotóxica de duas Fosfolipases A2 Miotóxicas isoladas do veneno de Bothrops neuwiedi pauloensis


(1) Cambraia, R.S.; (2) Rodrigues, V.M.; (1) Malta-Neto., N.R.; (1,3) Marcussi, S.; (4) Sant´ana, C.D.; (1) Araújo, A.L.; (1) Silveira, L.B.; (2) Ferro, E.A.V.; (3) Giglio, J.R.; (2) Homsi-Brandebur

(1) Instituto de Genética e Bioquímica e Instituto de Ciências Biomédicas, UFU, Uberlândia-MG; (2) Unidade de Biotecnologia, UNAERP, (3) Depto Bioquímica e Imunologia, FMRP-USP e (4) Depto. Aná

Atividades Bactericida e Neurotóxica, Atividade fosfolipásica, Atividade anticoagulante, Indução de Edema

Eventos (Congressos, Simpósios, etc)

CONIC 2004




Cloning and identification of a complete cDNA coding for a bactericidal and antitumoral acidic phospholipase A2 from Bothrops ja


Roberto PG, Kashima S, Marcussi S, Pereira JO, Astolfi-Filho S, Nomizo A, Giglio JR, Fontes MR, Soares AM, Franca SC.


Cloning and identification of a complete cDNA coding for a bactericidal and antitumoral acidic phospholipase A2 from Bothrops jararacussu venom.

In order to better understand the function of acidic phospholipases A2 (PLA2s) from snake venoms, expressed sequence tags (ESTs) that code for acidic PLA2s were isolated from a cDNA library prepared from the poly(A)+ RNA of venomous glands of Bothrops jararacussu. The complete nucleotide sequence (366 bp), named BOJU-III, encodes the BthA-I-PLA2 precursor, which includes a signal peptide and the mature protein with 16 and 122 amino acid residues, respectively. Multiple comparison of both the nucleotide and respective deduced amino acid sequence with EST and protein sequences from databases revealed that the full-length cDNA identified (BOJU III--AY145836) is related to an acidic PLA2 sharing similarity, within the range 55-81%, with acidic phospholipases from snake venoms. Moreover, phylogenetic analysis of amino acid sequences of acidic PLA2s from several pit viper genera showed close evolutionary relationships among acidic PLA2s from Bothrops, Crotalus, and Trimeresurus. The molecular modeling showed structural similarity with other dimeric class II PLA2s from snake venoms. The native protein BthA-I-PLA2, a nontoxic acidic PLA2 directly isolated from Bothrops jararacussu snake venom, was purified and submitted to various bioassays. BthA-I-PLA2 displayed high catalytic activity and induced Ca2+-dependent liposome disruption. Edema induced by this PLA2 was inhibited by indomethacin and dexamethasone, thus suggesting involvement of the cyclo-oxygenase pathway. BthA-I-PLA2 showed anticoagulant activity upon human plasma and inhibited phospholipid-dependent platelet aggregation induced by collagen or ADP. In addition, it displayed bactericidal activity against Escherichia coli and Staphylococcus aureus and antitumoral effect upon breast adrenocarcinoma as well as upon human leukemia T and Erlich ascitic tumor. Following chemical modification with p-bromophenacyl bromide, total loss of the enzymatic and pharmacological activities were observed. This is the first report on the isolation and identification of a cDNA encoding a complete acidic PLA2 from Bothrops venom, exhibiting bactericidal and antitumoral effects.


Protein J. 2004 (4):273-85.



Isolamento e caracterização bioquímica de proteases do veneno de Bothrops neuwiedi pauloensis


Sant`Ana, CD(1,2); Monteiro, LF(1); Marcussi, S(1), (3); (1)Silveira, LB(1), Cambraia, RS(1); Sampaio, SV(2); Giglio, JR(2); Soares, AM(1,2)


Isolamento e caracterização bioquímica de proteases do veneno de Bothrops neuwiedi pauloensis

Os venenos de serpentes apresentam entre 90 a 95% de seu peso seco constituído de proteínas. Estas proteínas podem apresentar atividade enzimática que determina a toxicidade do veneno. Os efeitos são representados principalmente por: miotoxicidade, hemorragia, coagulação sanguínea, neurotoxicidade, edema, entre outros. Este trabalho tem por objetivo isolar e caracterizar bioquímica e farmacologicamente três proteínas do veneno de Bothrops neuwiedi pauloensis. As proteínas foram obtidas por dois passos cromatográficos, uma exclusão molecular em G-75 eluída em tampão AMBIC 0,05M pH 8.1 e uma afinidade em Benzamidina Sepharose eluída em Tris-HCl 0,05M pH 7.4, Tris-HCl 0,05M pH 7.4 + NaCl 0,5M e glicina 0,02M pH 3.2. Foram determinados, a massa molecular relativa e o grau de pureza das proteínas por SDS-PAGE. A atividade proteolítica das isoformas isoladas foi realizada sobre os substratos, caseína, fibrinogênio (com diferentes variantes), BAPNA, além de verificar sua atividade esterásica sobre o TAME e a atividade fosfolipásica sobre lecitina de gema de ovo. A indução de edema e hemorragia foram avaliadas em camundongos por injeções sub-plantar e intra-dérmica no dorso, respectivamente. As proteínas foram obtidas em quantidade suficiente para a realização dos ensaios e em alto grau de pureza, com a metodologia utilizada, mostrando uma Mr próxima a 26.000. A atividade proteolítica foi observada para as três proteínas, somente sobre o fibrinogênio, apresentando baixa atividade esterásica e nenhuma atividade fosfolipásica. As proteínas não induziram hemorragia na concentração de 100µg por animal, e apenas duas das isoformas induziram uma moderada atividade edematogênica em concentração de 50µg. Os resultados sugerem que se tratam de três isoformas de proteínas da classe das metaloproteases, que são abundantes em venenos de serpentes. Os aspectos abordados neste trabalho poderão trazer informações complementares sobre mecanismos de ação, podendo resultar no melhor entendimento dos efeitos induzidos por estas proteínas durante o envenenamento causado por esta espécie de serpente.


SBBq 2005



Metaloprotease não hemorrágica isolada do veneno de Bothrops jararacussu


Marcussi, S(1,2); Sant`Ana, CD(3); Mazzi, MV(3); Silveira, LB(1); Cambraia, RS(1); Stabeli, R, G(4); Giglio, JR(2); Soares, AM(1,3)


Metaloprotease não hemorrágica isolada do veneno de Bothrops jararacussu

As metaloproteases de venenos de serpentes compreendem um grupo de enzimas que são responsáveis pelo efeito hemorrágico induzido pelas serpentes Viperidae. Este trabalho objetivou a caracterização bioquímica e farmacológica de uma metaloprotease (Bjussu-MP-II) do veneno de Bothrops jararacussu. A protease foi isolada por cromatografia de troca iônica em CM-Sepharose seguida por cromatografia hidrofóbica em Phenyl Sepharose, sendo verificado seu grau de pureza e peso molecular por SDS-PAGE, e utilizada para caracterização bioquímica. A atividade enzimática foi avaliada sobre caseína, gelatina, fibrina e fibrinogênio, com variações de concentrações, pHs, temperaturas e tempo de incubação para os ensaios com fibrinogênio, sendo também testado o efeito do EDTA, da heparina e de diferentes íons sobre esta atividade. A proteína não apresentou atividade coagulante e anticoagulante, além de não mostrar-se miotóxica com dose de 100µg por via intramuscular, nem letal com dose de 300µg por via intra-peritoneal. A metaloprotease mostrou-se proteolítica, dose dependente, sobre a caseína e o fibrinogênio, permanecendo estável em diferentes pHs e temperaturas, na presença de diferentes íons e com variações no tempo de incubação, perdendo, porém a atividade fibrinogenolítica quando previamente incubada com EDTA ou heparina. A protease não induziu hemorragia em camundongos (150µg) nem se mostrou ativa sobre o BAPNA e o TAME (estando ausente a atividade esterásica). Os aspectos abordados neste trabalho poderão trazer informações complementares sobre mecanismos de ação, relacionando estrutura e função, podendo resultar no melhor entendimento dos efeitos induzidos pelas metaloproteases de venenos de serpentes e da participação, direta ou sinérgica, destas proteínas nos envenenamentos causados pela serpente Bothrops jararacussu.


SBBq 2005



Isolamento e caracterização bioquímica de uma Metaloprotease não-hemorrágica do veneno da serpente B. jararacussu


Marcussi, S(2); Fernandes, VC(1); Mazzi, MV(3); Cambraia, RS(1); Sant'Ana, CD(3); Silveira, LB(1); França, SC(1); Giglio, JR(2); Soares, AM(1)


Isolamento e caracterização bioquímica de uma Metaloprotease não-hemorrágica do veneno da serpente B. jararacussu

As metaloproteases de venenos de serpentes são responsáveis por diversos efeitos tóxicos e farmacológicos induzidos por diferentes serpentes. Estudos de mecanismo de ação dessas proteínas tem sido intensamente realizados buscando entender sua participação nos envenenamentos ofídicos. Este trabalho tem como objetivo isolar e caracterizar enzimaticamente uma nova metaloprotease do veneno de B. jararacussu, buscando o entendimento de seus mecanismos de ação. A protease de baixo peso molecular denominada BjussuMP-II foi isolada do veneno de B. jararacussu em duas etapas cromatográficas, uma troca iônica em CM-Sepharose pH 8,0, seguida por uma coluna hidrofóbica, Phenyl-Sepharose. BjussuMP-II apresentou uma única cadeia polipeptídica de PM ~ 22.000 em SDS-PAGE. Esta protease não induziu atividade hemorrágica in vivo e/ou coagulante in vitro, no entanto mostrou-se altamente proteolítica sobre o fibrinogênio e a caseína. Realizou-se uma caracterização enzimática da BjussuMP-II variando sua concentração, tempo de incubação, estabilidade em pH e temperatura, e incubação com diferentes íons. Os aspectos abordados neste trabalho poderão trazer informações complementares sobre mecanismos de ação, e o melhor entendimento dos efeitos induzidos pelas metaloproteases de venenos de serpentes e da participação, direta ou sinérgica destas proteínas nos envenenamentos causados pela serpente Bothrops jararacussu.


SBTox 2004



Inibição de PLA2s isoladas de veneno de serpente Bothrops jararacussu, por substâncias naturais e artificiais.


Marcussi, S(1); Mazzi, MV(3); Fernandes, VC(1); Sant'Ana, CD(3); Ticli, FK(3); França, SC(1); Giglio, JR(2); Soares, AM(1)


Inibição de PLA2s isoladas de veneno de serpente Bothrops jararacussu, por substâncias naturais e artificiais.

O grande interesse médico-científico despertado pelo envolvimento destas proteínas em diferentes processos fisiopatológicos levou a uma crescente busca por ligação destas com inibidores, substratos naturais e artificiais, visando sua neutralização. Este trabalho tem por objetivo verificar o efeito inibitório de diferentes substâncias sobre as PLA2s de B. jararacussu. Três PLA2s (BthTX-I, Lys49; BthTX-II, Asp49; e BthA-I-PLA2s, Asp49) foram isoladas do veneno de Bothrops jararacussu e testadas contra diferentes inibidores naturais e artificiais. Estudos de mecanismos de ação foram desenvolvidos através de ensaios com diferentes inibidores sintéticos (EDTA, BPB, manoalide B) e naturais (heparina, BmjMIP, manoalide A). A modificação química induzida pelo BPB resultou em inibição total das atividades, fosfolipásica e anticoagulante, induzidas pelas BthTX-II e BthA-I-PLA2. As atividades de ruptura de lipossomos e edema induzidas pelas Asp49 foram parcialmente inibidas, assim como os efeitos miotóxico, citotóxico e indução de edema causados pela BthTX-I. A interação com BPB também alterou o efeito das Asp49 sobre plaquetas, da BthA-I-PLA2 sobre a pressão arterial e das BthTX-I e II em induzir letalidade. A incubação com EDTA resultou em inibição total da atividade fosfolipásica das Asp49, diminuindo os efeitos de ruptura de lipossomos, miotoxicidade, citotoxicidade e edematogênico da BthTX-II, e de ruptura de lipossomos da BthA-I-PLA2. A heparina, BmjMIP e os Manoalide A e B também inibiram a citotoxicidade, a miotoxicidade, o edema e a ruptura de liposssomos, em diferentes intensidades, agindo particularmente sobre o efeito de cada proteína. As PLA2 de venenos são algumas das substâncias naturais com atividades farmacológicas de interesse médico-científico que têm sido amplamente pesquisadas.


SBTox 2004



Natural And Artificial Inhibitors Of Snake Venom Phospholipases A2


Silveira, LB(1); Marcussi, S(2); Ticli, FK(3); Urzeda, MA(2); Biondo, R(2); França, SC(2); Pereira, PS(2); Soares, AM(2)


Natural And Artificial Inhibitors Of Snake Venom Phospholipases A2

Phospholipases A2 (PLA2) from snake venoms induce different toxic and pharmacological effects including myotoxicity, edema, hypotension, platelet aggregation inhibition, convulsion, anticoagulation and others. Natural PLA2 inhibitors were found in different organisms as plants, marine animals, snake and opossum plasmas. Functional characterization of natural (MMV from Taberna montana extract; manoalid A, from marine animal; heparin, from human blood; BmjMIP, from B. moojeni plasma; CAB from opossum plasma) and synthetic inhibitors (manoalid B, p-bromophenacil bromide BPB, EDTA), upon the enzymatic and pharmacological activity of PLA2 from Bothrops and Crotalus snake venome. PLA2 was assayed in gels, while the myotoxic and edema inducing were evaluated in vivo. PrTX-I and III (from B. pirajai), BthTX-I and II (from B. jararacussu), crotoxin and CB (from C. durissus terrificus), in the presence or absence of different inhibitors, following an incubation of 30 minutes at 37ºC were used. Among the natural inhibitors, the following decreasing range of activity was observed: BmjMIP > manoalid A > CAB > heparin > MMV; for the synthetic ones, the sequence was: BPB > manoalid B > EDTA. Different levels of inhibition among PLA2s from Bothrops and Crotalus venoms were also detected. Natural inhibitors were more efficient than synthetic ones for neutralization of the toxic and enzymatic effects induced by PLA2s. Structural and interaction studies are needed to a better understanding of inhibitory effect in order to design new models of more potent synthetic inhibitors.


SBTox 2003



Isolamento e Caracterização Bioquímica de um fator coagulante do veneno de Bothrops jararacussu


*SANT’ANA, C.D.; *TICLI, F. K.; *MAZZI, M.; *COSTA, S.M.C.; *CINTRA, A.C.O. ; **MARCUSSI, S.;
***STÁBELI, R.G.; **FRANÇA, S.C.; **SOARES, A.M.; *VILELA, S.


As serpentes do gênero Bothrops, pertencentes à família Viperidae são responsáveis por 80 à 90% dos acidentes ofídicos ocorridos no Brasil. Entre as espécies existentes diferem em seus venenos, a composição das substâncias, em relação à proporções e características específicas, são complexas misturas contendo diferentes proteases, classificadas geralmente pela sua estrutura em serino proteases com atividade fibrinogenolítica (coagulante), e metaloproteases com atividade fibrinolítica (anticoagulante), ou uma proteases com ambas atividades. Os venenos de serpentes do gênero Bothrops são caracterizados principalmente pelos seus efeitos locais (edema, hemorragia e mionecrose) e sistêmicos, afetando o sistema hemostático. Algumas proteínas (enzimas) e peptídeos de venenos, são conhecidas por produzir efeitos de ativação ou inibição de algumas das várias interações do sistema hemostático.




Novas Estratégias de Purificação de Toxinas de Venenos de Serpentes


MONTEIRO, L.F.; SILVA, L.A.; COPPEDE, J.; GONÇALVES, C.A.G.; SANTOS, F.; SANTANA, E.I.F.; NASCIMENTO, M.M.; MATRANGULO, P.V.F.; BOM, C.A.M.; ARROYO, A.G.; OLIVEIRA, A.H.; FEITOZA, J.A.; PIRES, M.A.; PIZZO, V.; MARCUSSI, S.; SOARES, A.M.


Os venenos animais são ricos numa variedade de peptídeos, proteínas e enzimas com diferentes efeitos tóxicos e farmacológicos de interesse na clínica médica-científica. Proteínas enzimáticas como serino-proteases, metaloproteases e fosfolipases A2 são responsáveis pela indução das atividades coagulante, hemorrágica e miotóxica, respectivamente, induzida pelos venenos de serpentes do gênero Bothrops. Enquanto que no veneno de cascavel Crotalus d. terrificus apresenta proteínas altamente neurotóxicas. Este trabalho propõe novas estratégias cromatográficas para o isolamento de fosfolipases A2 miotóxicas e neurotóxicas, além de enzimas coagulantes como as serino-proteases. Para o isolamento das serino-proteases foi utilizado cromatografia de afinidade em Benzamidina-Sepharose, enquanto que para o isolamento das PLA2s foram utilizadas cromatografia de afinidade Anti-PLA2s-Sepharose e resina de hidrofobicidade em Fenil-Sepharose. O grau de pureza foi avaliado em eletroforese desnaturante (SDS-PAGE) coradas por azul coomassie e pela coloração de prata. Os métodos utilizando cromatografia de afinidade mostraram-se eficientes para o isolamento das proteínas em alto grau de pureza (80-90%) a partir do veneno total, enquanto que a resina de hidrofobicidade foi utilizada como segunda etapa na purificação completa destas proteínas. A SDS-PAGE confirmou o grau de pureza destas amostras, sendo que as PLA2s apresentaram uma massa molecular de ~13.500 e as serino-protease ~30.000, respectivamente. Estas novas metodologias se mostraram eficientes para o isolamento de algumas proteínas dos venenos de serpentes em alto grau de pureza. Estes resultados foram executados durante a disciplina Métodos de Purificação de Biomoléculas pelos alunos do curso Seqüencial em Bio-Tecnologias, corroborando para a idéia de utilização de modelos científicos em cursos didáticos correlacionados à pesquisa. Os ensaios enzimáticos e biológicos serão realizados no decorrer da próxima disciplina, permitindo desta forma um aprendizado seqüencial e mais completo do tema abordado.




Efeito Anti-Ofídico do Extrato Aquoso de Scleria pterota (Navalha de Mico)


Fernandes, VC; Amui, SF; Marcussi, S; Urzeda, MA; Silva, EG; França, SC; Pereira, AMS; Soares, AM

Departamento de Biotecnologia - UNAERP

Atividade fosfolipásica, hemorrágica, anti-coagulante, e edematogênica

Eventos (Congressos, Simpósios, etc)

CONIC 2003



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